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Agência de Notícias

20/04/2017 13:31
Município lançou a ideia de união de todos os segmentos da sociedade para gerar mais oportunidades aos jovens a partir dos 14 anos.



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Na manhã desta quinta-feira (20) a prefeita de Foz do Iguaçu, Inês Weizemann esteve reunida com representantes de diferentes segmentos da sociedade, Justiça Federal, Ministério Público do Trabalho, Sindhotéis, Agência do Trabalhador, CREAS, Patronato Penitenciário, Guarda Mirim e Secretarias Municipais. Na reunião foi abordada de que forma o Município pode incentivar as empresas locais a contratarem o jovem a partir dos 14 anos para compor o quadro de trabalho dentro da modalidade Jovem Aprendiz.

De acordo com a prefeita, o entendimento de todos os lados é de se criar uma rede de integração para que cada entidade, associação e Município possam trabalhar de forma integrada na inserção do menor Aprendiz. “Queremos dar mais oportunidade ao jovem, fazendo com que ele se sinta motivado a procurar um trabalho dentro do modelo da Lei do Jovem Aprendiz, podendo dar à ele a chance de crescimento, recebendo orientação e formação profissional para seguir rumo à uma faculdade e melhores condições de emprego profissional no futuro. Eu entendo que com a união de todos os segmentos aqui representados iremos elaborar um bom projeto”, acredita Inês.

Esta foi a primeira reunião para discussão do tema. Um segundo encontro ainda será agendado com a participação dos mesmos representantes e com Universidades, ACIFI e empresários. “É importante que num segundo encontro possamos contar histórias de pessoas que começaram a trabalhar através da Guarda Mirim e que hoje ocupam boas colocações no mercado de trabalho. Queremos trazer essas pessoas e fazer com que elas contem suas experiências, servindo de incentivo para que outras empresas criem iniciativas e adotem a lei do Jovem Aprendiz em seus espaços. Mas não somente para cumprir cotas estabelecidas por Lei, que se interessem de fato em contribuir com uma sociedade mais humana, um município mais integrado e que abram portas para a inserção do jovem em vulnerabilidade em boas oportunidades”, ressalta o Diretor de Projetos do Patronato Penitenciário, Alexandre Calixto.

Jovem Aprendiz

Pela Lei nº 10.097, de 19/12/2000, empresas de médio e grande porte devem contratar jovens com idade entre 14 e 24 anos como aprendizes.  O contrato de trabalho pode durar até dois anos e, durante esse período, o jovem é capacitado na instituição formada e na empresa, combinando assim formação teórica e prática.  Os jovens têm a oportunidade de inclusão social com o primeiro emprego e de desenvolver competências para o mundo do trabalho, enquanto que os empresários contratantes têm a oportunidade de contribuir com a formação de futuros profissionais de seus municípios, agregando valores de suas empresas.

Ainda segundo a Lei, o trabalho do menor não poderá ser realizado em locais prejudiciais à sua formação, ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social e em horários e locais que não permitam a frequência à escola.

Foto: Jean Carlos


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