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Agência de Notícias

15/04/2019 15:32
Evento acontece neste feriado de Páscoa e contará com espaço para exposição, vendas, audição e trocas de vinis



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Colecionadores e amantes do vinil têm encontro marcado neste feriado de Páscoa, na Praça da Paz, onde acontece a segunda edição da Feira do Vinil. No espaço, os visitantes poderão trocar ou comprar LP’s, além de exibir raridades.  

Na sexta (19) e no sábado (20) a mostra se integra a feirinha noturna da JK, com funcionamento das 19h às 23h. Já no domingo (21), o horário é das 8h às 13h. 

Para marcar a abertura da mostra, o grupo Samba e Cia vai envolver a comunidade nos ritmos e canções do samba de raiz, que também fazem uma viagem ao tempo. 

A Feira do Vinil é uma realização da Fundação Cultural com apoio de colecionadores que se organizaram no ano passado e criaram o evento com o propósito de integrar os apaixonados por discos e promover a experiência e a paixão musical proporcionada pelo som singular dos LPs. 
 
Integração
Para proporcionar uma experiência de integração, a feira oferecerá um estande para que público possa expor os LP´s e também um espaço para audições dos discos. As capas são outro símbolo que mobiliza os colecionadores e amantes do vinil. Elas são parte integrante dessa paixão que transmite mensagens e retrata períodos históricos através da música, da arte e da fotografia.

Além da experiência sensorial provocada pelos LP´s, a Feira contará com um espaço chamado “Cultura do Vinil” que conta a história do vinil e todas as curiosidades sobre esse objeto que desperta paixões e sobrevive ao tempo. 

O estande é organizado pelo Grupo de Estudos de Mídias e Cultura, composto por acadêmicos do curso de publicidade da UDC. A iniciativa é coordenada pelo professor de publicidade Mac Fernandes, um grande apreciador do vinil e da cultura musical.

Desenvolvimento
Conforme explicou Juca Rodrigues, diretor presidente da Fundação Cultural,  Feira do Vinil surgiu da paixão e de um saudosismo que fez o objeto se manter vivo ao longo história, ultrapassar gerações e sobreviver à modernidade. “Além de ser expressão de uma importante parcela da cidade, que coleciona vinis, é também um fomento desse mercado que está em expansão”, completou. 

Um estudo desenvolvido pela Associação das Indústrias Fonográficas da América (RIAA) aponta um crescimento na venda dos discos em vinil em 2019, podendo ser maior que a venda de CD nos EUA. 


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