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Agência de Notícias

09/10/2019 16:40
No mês das crianças, serviço registra o quarto ano consecutivo de registro zero de transmissão vertical de HIV (de mãe para filho)



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Os corredores e as salas do Serviço de Assistência Especializada em IST/Aids ganharam nesta semana muitas cores com uma decoração especial em alusão ao Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro. As crianças atendidas pelo programa também participaram de muitas brincadeiras e se deliciaram com doces e muita pipoca, sabores que marcam a infância. 

Todo trabalho foi organizado com muito carinho pela equipe de colaboradores do serviço para levar muita alegria aos pacientes da pediatria. Os profissionais e as crianças entraram na brincadeira com o uso de máscaras para dar asas à imaginação e à encenação de vários personagens dos desenhos.  “Foi uma ação muito bonita, a gente também renova a nossa criança ao presentear os pequenos e renovar a esperança e os sonhos”, comentou a assessora da Coordenação do Programa IST/Aids, Débora Cristiane. 

As crianças atendidas no programa são pacientes do programa de IST/Aids e passam por acompanhamentos da equipe desde o nascimento para detecção da transmissão vertical (mãe para filho) de doenças congênitas. Os pacientes pediátricos são atendidos pela Dra. Tânia Bertoli e pela médica infectologista, Dra Conceição Aparecida Woytovetch Brasil. 

Atualmente, 57 crianças estão em processo de acompanhamento e investigação de HIV. Elas passam por acompanhamento até por volta dos dois anos de idade. “Até agora todas as crianças apresentam carga viral indetectável, ou seja, não são portadoras do vírus”, acrescentou Débora. Neste ano, 31 crianças que nasceram de mães portadoras do HIV receberam alta, pois não contraíram a doença das mães. 

Esse é o quarto ano consecutivo que o município não registra caso de transmissão vertical, um importante reflexo da política pública de IST/Aids no município. “Esse número reflete a qualidade na assistência e no atendimento e também na boa adesão do paciente ao tratamento. Elas se sentem a vontade e participam de todo acompanhamento com assistente social, psicólogo, médico. As gestantes são acompanhadas desde o início e na pós-gestação com a oferta de leite para alimentação da criança”, explicou Débora. 

O SAE funciona no Centro de Especialidades Médicas – CEM – na Avenida Paraná.

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